Atualmente, se fico ociosa, me sinto realmente mal e com peso na consciência, já que tenho uma batalha pela frente.
O conhecimento reflete no amadurecimento e nos deixa muito mais fortes.
estudar, estudar estudar e planejar ....
sexta-feira, 14 de março de 2008
sexta-feira, 7 de março de 2008
AS HABILIDADES DO ADVOGADO
Estou com muitas novidades, mas ando sem tempo nessa semana para sentar e escrever. Enquanto não escrevo nada novo, gostaria de compartilhar um artigo escrito pelos consultores Rodrigo Bertozzi e Lara Selem.
AS HABILIDADES DO ADVOGADO
“Os homens levam em consideração apenas suas necessidades, nunca suas habilidades.”
- Napoleão Bonaparte
Uma das maiores travas do alto desempenho na carreira de um advogado não diz respeito, muitas vezes, às suas habilidades técnicas e decisórias. São as habilidades interpessoais que fazem toda a diferença! O profissional de hoje começa a alcançar o sucesso quando se abre para a compreensão da matemática humana e de que, se não desenvolver algumas habilidades, fará parte dos 80% de espectadores do sucesso alheio.
Habilidades são conhecimentos específicos que resultam de entendimento, informação, prática e aptidão. Agrupam-se em três categorias: habilidades técnicas, habilidades interpessoais e de comunicação, e habilidades conceituais e decisórias.
Quando um indivíduo possui habilidade técnica é sinal de que é capaz de desempenhar tarefa que envolve certo método ou processo. Do acadêmico de Direito que conclui a faculdade é esperado que tenha um conjunto de habilidades técnicas inerentes a essa ciência. Na medida em que sobe os degraus da carreira, o profissional depende menos de suas habilidades técnicas básicas, que, contudo, lhe fornece os conhecimentos necessários para assumir novas responsabilidades e tratar de casos mais complexos.
Já as habilidades interpessoais e de comunicação influenciam a forma como o advogado trabalha com as pessoas de sua equipe. Hoje, mais do que nunca, a advocacia é trabalho em equipe, logo, o profissional utiliza boa parte do seu tempo interagindo com pessoas de vários níveis e conhecimentos, o que torna imprescindível desenvolver habilidades para conduzir, motivar e comunicar-se eficazmente com aqueles que o circundam.
As habilidades interpessoais do advogado tradicional diferem em muito do advogado contemporâneo. Enquanto aquele pensa em si próprio como um chefe ou patrão, toma decisões a sós, guarda as informações e centraliza o trabalho, este raciocina como um consultor interno, convida outras pessoas para ajudar nas tomadas de decisão, compartilha informações e divide tarefas.
Já as habilidades conceituais e de decisão envolvem o reconhecimento de questões complexas, porém dinâmicas, e o exame dos numerosos fatores conflitantes que as influenciam, visando a resolução dos problemas. Na medida em que o advogado adquire maiores responsabilidades, deve exercitá-las.
Selecionamos algumas das habilidades que consideramos fundamentais para o advogado que pretende alcançar êxito em sua carreira e esperamos que, em 2008, você possa colocar em prática muitas delas!
Agilidade na tomada de decisões para que os projetos do escritório possam caminhar. Analise todas as informações possíveis antes de tomar uma decisão e evite agir sob pressão, mas não se deixe paralisar pelo exame excessivo dos fatos. Toda decisão implica algum risco, mas deixar de tomá-la pode significar um risco muito maior.
Aprendizado e desenvolvimento pessoal para que a carreira do advogado esteja sempre em ascensão e crescimento. Isso gera motivação se ele estiver disposto a buscar novos enfoques ou formas de fazer as coisas. Para melhorar ou desenvolver essa habilidade, tente otimizar sua autocrítica com os feedbacks que recebe, pois servem de termômetro para identificar o que está indo bem e mal com você. Se for capaz de assumir suas falhas, estará apto a desenvolver qualquer aprendizado.
Autoconfiança e autoconhecimento para assumir riscos e ter segurança nos projetos da banca. E para isso é importante não filtrar a realidade! Pés no chão, conhecimento e informação são os ingredientes para que projetos ousados saiam do papel.
Capacidade crítica para analisar friamente uma situação difícil, levantando prós e contras a fim de que a tomada de decisão envolva bom senso. Se a situação for difícil e estressante, a tendência é que o emocional tome as rédeas e não a suporte com naturalidade. O resultado, então, será o pior possível.
Competitividade para alcançar o objetivo da equipe e realizar um trabalho de excelência, que faça diferença aos olhos do cliente e cumpra o prometido, é elemento-chave à manutenção da banca em situação favorável.
Compreensão interpessoal e empatia para lidar com as pessoas. Saber conversar, manter um diálogo espontâneo, sem arrogância ou pedantismo, demonstrando genuína preocupação com o outro vale para tanto para conquistar e manter o cliente, como para motivar a equipe.
Flexibilidade para lidar com imprevistos e contornar momentos de adversidades, que, na advocacia, não são poucos. É necessário ter jogo de cintura para superar as crises.
Iniciativa para colocar boas idéias em ação. Como não existe porto seguro para nenhuma carreira, saber colocar em prática seus projetos pode diferenciá-lo da maioria. Pensar é fácil, difícil é fazer! Porém, aqueles que realizam ganham vantagem em relação à concorrência.
Integridade e coerência para fazer com que os demais se comprometam em cooperar. Somente quem faz o que fala ganha o respeito genuíno do outro. É um dos fatores cruciais para se alcançar uma liderança efetiva.
Intuição para enxergar os problemas a certa distância e encontrar mais de um meio de resolvê-los. Dependendo da situação, a resposta nem sempre é clara o bastante para guiar na busca de uma solução. Intuição e criatividade são habilidades importantes para sair das mais díspares crises.
Manutenção de relações de longo prazo, dominar as habilidades interpessoais, estar atento aos movimentos do seu networking e saber fazer amigos é de suma importância para o escritório que deseja comemorar bodas de ouro com seus clientes, equipe e parceiros. Os elementos fundamentais para relacionamentos sólidos são o respeito, as experiências compartilhadas, a confiança, a reciprocidade e o prazer mútuo.
Persuasão e argumentação para influenciar as pessoas a dar o melhor de si ou gerar mais conhecimento. Falar e escrever bem, saber criar novas figuras de linguagem, contar histórias que prendam a atenção e usar bem a língua portuguesa faz o profissional manter-se em evidência por muito mais tempo. Nunca subestime o poder da palavra escrita ou falada.
Trabalho em equipe para aprender a escutar e respeitar opiniões diversas das suas, visando um objetivo comum. A advocacia moderna não comporta mais o “advogado do eu sozinho”. Apesar da formação do advogado voltar-se para o trabalho solitário, o mercado requer que ele trabalhe em grupo. Saber como se faz isso trará um diferencial competitivo em sua carreira.
Visão no cliente para identificar suas necessidades ocultas e detectar o que o satisfaz. Aqui entram outras habilidades, como saber ouvir, saber perguntar, saber observar. Nem sempre o cliente consegue exteriorizar aquilo que gostaria de obter do escritório de advocacia que o atende. Cabe aos advogados descobrir suas necessidades.
Visão do negócio para saber o posicionamento do escritório e por onde irá caminhar, antecipar-se a tendências, agarrar oportunidades e desenvolver relacionamentos preciosos não são casualidades, mas fruto direto do pensamento estratégico. O que você quer construir? Como ter uma maior visibilidade no mercado jurídico em que seu escritório atua? As respostas a estas perguntas podem definir caminhos estratégicos e ampliar a visão do negócio.
De todas as habilidades que mencionamos, aquelas que farão mais falta ao advogado que deseja ser bem-sucedido são de natureza interpessoal. Está comprovado que 66% a 90% de todos os fracassos verificados no mundo dos negócios têm sua origem nas relações humanas. Os chamados “problemas de personalidade”, tais como timidez, insegurança e falta de confiança, constituem-se fonte das dificuldades de relacionamento entre as pessoas.
Aproveite para analisar que habilidades interpessoais lhe fazem falta e mãos à obra rumo ao seu desenvolvimento profissional e pessoa!! Sem dúvida, o Ano Novo será diferente, para melhor, é claro!
AS HABILIDADES DO ADVOGADO
“Os homens levam em consideração apenas suas necessidades, nunca suas habilidades.”
- Napoleão Bonaparte
Uma das maiores travas do alto desempenho na carreira de um advogado não diz respeito, muitas vezes, às suas habilidades técnicas e decisórias. São as habilidades interpessoais que fazem toda a diferença! O profissional de hoje começa a alcançar o sucesso quando se abre para a compreensão da matemática humana e de que, se não desenvolver algumas habilidades, fará parte dos 80% de espectadores do sucesso alheio.
Habilidades são conhecimentos específicos que resultam de entendimento, informação, prática e aptidão. Agrupam-se em três categorias: habilidades técnicas, habilidades interpessoais e de comunicação, e habilidades conceituais e decisórias.
Quando um indivíduo possui habilidade técnica é sinal de que é capaz de desempenhar tarefa que envolve certo método ou processo. Do acadêmico de Direito que conclui a faculdade é esperado que tenha um conjunto de habilidades técnicas inerentes a essa ciência. Na medida em que sobe os degraus da carreira, o profissional depende menos de suas habilidades técnicas básicas, que, contudo, lhe fornece os conhecimentos necessários para assumir novas responsabilidades e tratar de casos mais complexos.
Já as habilidades interpessoais e de comunicação influenciam a forma como o advogado trabalha com as pessoas de sua equipe. Hoje, mais do que nunca, a advocacia é trabalho em equipe, logo, o profissional utiliza boa parte do seu tempo interagindo com pessoas de vários níveis e conhecimentos, o que torna imprescindível desenvolver habilidades para conduzir, motivar e comunicar-se eficazmente com aqueles que o circundam.
As habilidades interpessoais do advogado tradicional diferem em muito do advogado contemporâneo. Enquanto aquele pensa em si próprio como um chefe ou patrão, toma decisões a sós, guarda as informações e centraliza o trabalho, este raciocina como um consultor interno, convida outras pessoas para ajudar nas tomadas de decisão, compartilha informações e divide tarefas.
Já as habilidades conceituais e de decisão envolvem o reconhecimento de questões complexas, porém dinâmicas, e o exame dos numerosos fatores conflitantes que as influenciam, visando a resolução dos problemas. Na medida em que o advogado adquire maiores responsabilidades, deve exercitá-las.
Selecionamos algumas das habilidades que consideramos fundamentais para o advogado que pretende alcançar êxito em sua carreira e esperamos que, em 2008, você possa colocar em prática muitas delas!
Agilidade na tomada de decisões para que os projetos do escritório possam caminhar. Analise todas as informações possíveis antes de tomar uma decisão e evite agir sob pressão, mas não se deixe paralisar pelo exame excessivo dos fatos. Toda decisão implica algum risco, mas deixar de tomá-la pode significar um risco muito maior.
Aprendizado e desenvolvimento pessoal para que a carreira do advogado esteja sempre em ascensão e crescimento. Isso gera motivação se ele estiver disposto a buscar novos enfoques ou formas de fazer as coisas. Para melhorar ou desenvolver essa habilidade, tente otimizar sua autocrítica com os feedbacks que recebe, pois servem de termômetro para identificar o que está indo bem e mal com você. Se for capaz de assumir suas falhas, estará apto a desenvolver qualquer aprendizado.
Autoconfiança e autoconhecimento para assumir riscos e ter segurança nos projetos da banca. E para isso é importante não filtrar a realidade! Pés no chão, conhecimento e informação são os ingredientes para que projetos ousados saiam do papel.
Capacidade crítica para analisar friamente uma situação difícil, levantando prós e contras a fim de que a tomada de decisão envolva bom senso. Se a situação for difícil e estressante, a tendência é que o emocional tome as rédeas e não a suporte com naturalidade. O resultado, então, será o pior possível.
Competitividade para alcançar o objetivo da equipe e realizar um trabalho de excelência, que faça diferença aos olhos do cliente e cumpra o prometido, é elemento-chave à manutenção da banca em situação favorável.
Compreensão interpessoal e empatia para lidar com as pessoas. Saber conversar, manter um diálogo espontâneo, sem arrogância ou pedantismo, demonstrando genuína preocupação com o outro vale para tanto para conquistar e manter o cliente, como para motivar a equipe.
Flexibilidade para lidar com imprevistos e contornar momentos de adversidades, que, na advocacia, não são poucos. É necessário ter jogo de cintura para superar as crises.
Iniciativa para colocar boas idéias em ação. Como não existe porto seguro para nenhuma carreira, saber colocar em prática seus projetos pode diferenciá-lo da maioria. Pensar é fácil, difícil é fazer! Porém, aqueles que realizam ganham vantagem em relação à concorrência.
Integridade e coerência para fazer com que os demais se comprometam em cooperar. Somente quem faz o que fala ganha o respeito genuíno do outro. É um dos fatores cruciais para se alcançar uma liderança efetiva.
Intuição para enxergar os problemas a certa distância e encontrar mais de um meio de resolvê-los. Dependendo da situação, a resposta nem sempre é clara o bastante para guiar na busca de uma solução. Intuição e criatividade são habilidades importantes para sair das mais díspares crises.
Manutenção de relações de longo prazo, dominar as habilidades interpessoais, estar atento aos movimentos do seu networking e saber fazer amigos é de suma importância para o escritório que deseja comemorar bodas de ouro com seus clientes, equipe e parceiros. Os elementos fundamentais para relacionamentos sólidos são o respeito, as experiências compartilhadas, a confiança, a reciprocidade e o prazer mútuo.
Persuasão e argumentação para influenciar as pessoas a dar o melhor de si ou gerar mais conhecimento. Falar e escrever bem, saber criar novas figuras de linguagem, contar histórias que prendam a atenção e usar bem a língua portuguesa faz o profissional manter-se em evidência por muito mais tempo. Nunca subestime o poder da palavra escrita ou falada.
Trabalho em equipe para aprender a escutar e respeitar opiniões diversas das suas, visando um objetivo comum. A advocacia moderna não comporta mais o “advogado do eu sozinho”. Apesar da formação do advogado voltar-se para o trabalho solitário, o mercado requer que ele trabalhe em grupo. Saber como se faz isso trará um diferencial competitivo em sua carreira.
Visão no cliente para identificar suas necessidades ocultas e detectar o que o satisfaz. Aqui entram outras habilidades, como saber ouvir, saber perguntar, saber observar. Nem sempre o cliente consegue exteriorizar aquilo que gostaria de obter do escritório de advocacia que o atende. Cabe aos advogados descobrir suas necessidades.
Visão do negócio para saber o posicionamento do escritório e por onde irá caminhar, antecipar-se a tendências, agarrar oportunidades e desenvolver relacionamentos preciosos não são casualidades, mas fruto direto do pensamento estratégico. O que você quer construir? Como ter uma maior visibilidade no mercado jurídico em que seu escritório atua? As respostas a estas perguntas podem definir caminhos estratégicos e ampliar a visão do negócio.
De todas as habilidades que mencionamos, aquelas que farão mais falta ao advogado que deseja ser bem-sucedido são de natureza interpessoal. Está comprovado que 66% a 90% de todos os fracassos verificados no mundo dos negócios têm sua origem nas relações humanas. Os chamados “problemas de personalidade”, tais como timidez, insegurança e falta de confiança, constituem-se fonte das dificuldades de relacionamento entre as pessoas.
Aproveite para analisar que habilidades interpessoais lhe fazem falta e mãos à obra rumo ao seu desenvolvimento profissional e pessoa!! Sem dúvida, o Ano Novo será diferente, para melhor, é claro!
quarta-feira, 5 de março de 2008
O ESTADO DA ARTE NA CONSTRUÇÃO DA CARREIRA JURIDICA
O Estado da Arte na Construção da Carreira Jurídica
Rodrigo Bertozzi e Lara Selem
"Não se trata de quem você conhece, mas de quem conhece você." (Jeffrey Gitomer)
O maior desafio de um profissional está em conquistar respeito e uma reputação inabalável que leve ao sucesso na carreira. Para alcançá-lo devemos perseguir algo, ao mesmo tempo, simples e complexo. Trata-se de transformar em resultado as oportunidades vislumbradas nos relacionamentos.
Não basta traçar um caminho. Não basta ter bons amigos. Não basta ser competente.
As pessoas precisam acreditar que você possui valor. E, para se ter valor é necessário exercitar uma prática diária: ajudar aos outros profissionalmente e ser o líder servidor que permita as pessoas ao seu redor serem bem sucedidas. O que mata o futuro de um profissional da área jurídica são o excesso de ambição e a inveja (que para Dante era a raiz de todos os pecados humanos).
O estado da arte na construção de uma sólida e bem sucedida carreira está na rede de contatos que se constrói ao longo do tempo. É inverter o quem você conhece para o quem conhece você.
Pode, em uma descuidada análise, parecer uma afirmação simplista, sem nenhum mistério ou segredo. Porém, além de um pensamento poderoso, é uma alteração de posicionamento que fará toda a diferença no curso da carreira do profissional do Direito.
ALGUMAS DICAS PARA SE TORNAR CONHECIDO:
1. Procure sempre ajudar aos outros para que tenham sucesso. Ao plantar dezenas de pequenos atos, grandes colheitas estarão ao seu dispor quando menos esperar;
2. Tenha suas idéias impressas constantemente. Trace um plano anual de publicação de artigos, guias e livros. Ser impresso é uma forma dos outros conhecerem você;
3. Fale em público sempre que possível. Quando falamos para um público, naquele momento somos uma espécie de líder. Como afirma Jeffrey Gitomer, "você pode não conhecer o público, mas ao final da exposição, o grupo todo conhecerá você";
4. Transmita conhecimento que agregue valor às pessoas ao seu redor. Seja generoso ao expor o que você sabe;
5. Desafie o senso comum e proponha novas maneiras de fazer o seu trabalho e da sua equipe. A inovação e ousadia são temperos especiais na construção de uma carreira brilhante;
6. Tenha atitude para resolver problemas. Não fique esperando que outros o façam. E se o fizerem, tome a dianteira para ajudá-los.
7. Apresente-se diante das pessoas com uma postura humilde e forte. A humildade permite furar couraças da presunção e a força deixa uma impressão positiva sobre você;
8. Separe meia hora por dia para pensar em sua carreira, em seus contatos, em preparar um conhecimento diferenciado e em agregar valor ao seu trabalho. Ao final de um mês serão 660 minutos e ao final de um ano, 7.920 minutos dedicados à sua carreira;
9. Durante uma exposição de idéias, use exemplos práticos e atuais. Converse com algumas pessoas da platéia antes de começar e retire delas conteúdo para usar naquele instante;
10. Defina metas para sua carreira e supere-as sempre que possível. Acredite, a maioria dos profissionais (e muitos de seus concorrentes) não planejam suas carreiras;
11. Aprenda a contar histórias. Seja em audiências, palestras, artigos ou mesmo em contatos pessoais realizados durante eventos;
12. Não seja um chato. Aprenda a exercitar a paciência e domar os lábios. Saiba que as pessoas adoram falar de si mesmas, então, ouça-as;
13. Projete uma imagem pessoal que gere confiança nas pessoas. Tudo importa. Roupas, gestos, vocabulário, interesse, atitude, suavidade e sabedoria. Pergunte-se: Qual imagem você tem de si mesmo? Provavelmente ela será a mesma que os outros terão de você;
14. Descubra o que há em comum entre você e as pessoas que o rodearem. Quanto mais cedo você descobrir, mais rápido as barreiras entre vocês cairão.
15. Gere informações valiosas para os outros. Informações úteis, informações que permitam a outras pessoas a se conectarem e fazerem negócios entre si.
Como se vê, uma reputação não se constrói com recursos financeiros, mas com conhecimento, dedicação e contatos valorosos. Sendo assim, cuide constantemente da sua, pois é ela que determinará como será o seu futuro.
E se as pessoas perguntarem: Pra quê fazer contatos? Responda: Ora, porque as melhores oportunidades não são ofertadas no jornal.
Elas estão na mente das pessoas que conhecem você!!!
fonte: www.estrategianaadvocacia.com.br
Rodrigo Bertozzi e Lara Selem
"Não se trata de quem você conhece, mas de quem conhece você." (Jeffrey Gitomer)
O maior desafio de um profissional está em conquistar respeito e uma reputação inabalável que leve ao sucesso na carreira. Para alcançá-lo devemos perseguir algo, ao mesmo tempo, simples e complexo. Trata-se de transformar em resultado as oportunidades vislumbradas nos relacionamentos.
Não basta traçar um caminho. Não basta ter bons amigos. Não basta ser competente.
As pessoas precisam acreditar que você possui valor. E, para se ter valor é necessário exercitar uma prática diária: ajudar aos outros profissionalmente e ser o líder servidor que permita as pessoas ao seu redor serem bem sucedidas. O que mata o futuro de um profissional da área jurídica são o excesso de ambição e a inveja (que para Dante era a raiz de todos os pecados humanos).
O estado da arte na construção de uma sólida e bem sucedida carreira está na rede de contatos que se constrói ao longo do tempo. É inverter o quem você conhece para o quem conhece você.
Pode, em uma descuidada análise, parecer uma afirmação simplista, sem nenhum mistério ou segredo. Porém, além de um pensamento poderoso, é uma alteração de posicionamento que fará toda a diferença no curso da carreira do profissional do Direito.
ALGUMAS DICAS PARA SE TORNAR CONHECIDO:
1. Procure sempre ajudar aos outros para que tenham sucesso. Ao plantar dezenas de pequenos atos, grandes colheitas estarão ao seu dispor quando menos esperar;
2. Tenha suas idéias impressas constantemente. Trace um plano anual de publicação de artigos, guias e livros. Ser impresso é uma forma dos outros conhecerem você;
3. Fale em público sempre que possível. Quando falamos para um público, naquele momento somos uma espécie de líder. Como afirma Jeffrey Gitomer, "você pode não conhecer o público, mas ao final da exposição, o grupo todo conhecerá você";
4. Transmita conhecimento que agregue valor às pessoas ao seu redor. Seja generoso ao expor o que você sabe;
5. Desafie o senso comum e proponha novas maneiras de fazer o seu trabalho e da sua equipe. A inovação e ousadia são temperos especiais na construção de uma carreira brilhante;
6. Tenha atitude para resolver problemas. Não fique esperando que outros o façam. E se o fizerem, tome a dianteira para ajudá-los.
7. Apresente-se diante das pessoas com uma postura humilde e forte. A humildade permite furar couraças da presunção e a força deixa uma impressão positiva sobre você;
8. Separe meia hora por dia para pensar em sua carreira, em seus contatos, em preparar um conhecimento diferenciado e em agregar valor ao seu trabalho. Ao final de um mês serão 660 minutos e ao final de um ano, 7.920 minutos dedicados à sua carreira;
9. Durante uma exposição de idéias, use exemplos práticos e atuais. Converse com algumas pessoas da platéia antes de começar e retire delas conteúdo para usar naquele instante;
10. Defina metas para sua carreira e supere-as sempre que possível. Acredite, a maioria dos profissionais (e muitos de seus concorrentes) não planejam suas carreiras;
11. Aprenda a contar histórias. Seja em audiências, palestras, artigos ou mesmo em contatos pessoais realizados durante eventos;
12. Não seja um chato. Aprenda a exercitar a paciência e domar os lábios. Saiba que as pessoas adoram falar de si mesmas, então, ouça-as;
13. Projete uma imagem pessoal que gere confiança nas pessoas. Tudo importa. Roupas, gestos, vocabulário, interesse, atitude, suavidade e sabedoria. Pergunte-se: Qual imagem você tem de si mesmo? Provavelmente ela será a mesma que os outros terão de você;
14. Descubra o que há em comum entre você e as pessoas que o rodearem. Quanto mais cedo você descobrir, mais rápido as barreiras entre vocês cairão.
15. Gere informações valiosas para os outros. Informações úteis, informações que permitam a outras pessoas a se conectarem e fazerem negócios entre si.
Como se vê, uma reputação não se constrói com recursos financeiros, mas com conhecimento, dedicação e contatos valorosos. Sendo assim, cuide constantemente da sua, pois é ela que determinará como será o seu futuro.
E se as pessoas perguntarem: Pra quê fazer contatos? Responda: Ora, porque as melhores oportunidades não são ofertadas no jornal.
Elas estão na mente das pessoas que conhecem você!!!
fonte: www.estrategianaadvocacia.com.br
Para ministros, STF libera estudo com células-tronco
Cientistas esperam decisão técnica sobre células-tronco
Favoráveis ou contrários ao uso de células-tronco embrionárias em pesquisas, cientistas apostam em uma decisão técnica, livre de argumentos religiosos, no julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a questão, na tarde de hoje, em Brasília, caso ele não seja adiado por causa do pedido de vistas do Ministro Carlos Alberto Direito, que poderá efetivar o pedido.
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Os 11 ministros votarão a Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin), de autoria do ex-procurador-geral da República Cláudio Fonteles, que pede a retirada de um trecho da Lei da Biossegurança. O argumento é o de que o uso de embriões fere o princípio de direito à vida, expresso na Constituição Federal. Na visão de Fonteles, a vida - e o direito a ela - começa no momento da fecundação do óvulo pelo espermatozóide.Em abril de 2007, o STF convocou 24 especialistas para uma audiência pública sobre a questão. Defensora do estudo de células embrionárias, a geneticista Mayana Zatz, coordenadora do Centro de Estudos do Genoma Humano da Universidade de São Paulo (USP), participou do encontro e torce pela derrubada da Adin. "A decisão precisa ser tomada de forma técnica, pois estamos em um Estado laico."
O professor de Biofísica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Carlos Alberto Campos de Carvalho vê motivações religiosas na Adin, mas acredita que os ministros saberão separar isso da ciência. "O processo quer impor uma visão religiosa preconceituosa com base em um sofisma", diz. "É uma interferência completamente indevida." Para Carvalho, caso questões de fé interfiram no julgamento, "é melhor entregar o governo para a Igreja."
Contrária à Lei da Biossegurança, a biomédica Lilian Piñero Eça, presidente do Instituto de Pesquisa de Células-Tronco (IPCTron), sustenta que os argumentos da Adin são éticos e não religiosos. "Para pesquisar, é preciso ética, modelos experimentais e estatísticas mostrando que o objetivo foi cumprido", afirma. "Não sou religiosa, sequer vou à missa."
Na opinião da pesquisadora, a religião ficará de fora da votação do STF, pois o argumento usado por Fonteles tem base científica. "Está claro na ciência que o desenvolvimento humano começa no zigoto (óvulo fecundado), que formará o ser humano", diz. "Não posso testar o que quiser com o embrião para depois ver o que acontece."
O advogado Pedro Estevam Serrano, professor de Direito Constitucional da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), no entanto, defende uma distinção da 'vida' e do 'direito à vida', este último citado pela Adin. "Do ponto de vista biológico, a vida natural pode começar no embrião", diz. "Mas o direito à vida é restrito, a meu ver, a seres humanos com atividade cerebral."
O pró-reitor de Graduação da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Luiz Eugenio Araújo Mello, que representa a Federação das Sociedades de Biologia Experimental (Fesbe), tem opinião semelhante. "Não estamos falando de um ser humano, mas de um conjunto de células", defende. "O zigoto tem apenas o potencial de se tornar um ser humano."
Para a farmacêutica e professora de Hematologia Patricia Pranke, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), a pesquisa com células-tronco embrionárias não fere direitos. "São células", afirma. "Não acredito que alguém ache melhor jogá-las no lixo do que usá-las para pesquisa."
Apesar de permitida desde março de 2005 pela Lei de Biossegurança, a pesquisa com células-tronco embrionárias enfrenta desde maio daquele ano um cenário de instabilidade jurídica. A Adin fez mestrandos e doutorandos recuarem em estudos na área e dificultou a aprovação de projetos pelas comissões de Ética das universidades.
Para ministros, STF libera estudo com células-tronco
Entre os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que começam amanhã a decidir sobre a constitucionalidade das pesquisas com células-tronco embrionárias, a confirmação da Lei de Biossegurança, que permite o estudo, é dada como certa. No cenário mais disputado, as pesquisas seriam liberadas por seis dos 11 ministros do Supremo. O placar mais dilatado, apostam alguns ministros, seria sete a quatro em prol dos cientistas.
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De acordo com prognósticos dos próprios ministros, estariam do lado das pesquisas com células-tronco embrionárias Carlos Ayres Britto, Celso de Mello, Marco Aurélio Mello, Gilmar Mendes, Joaquim Barbosa e Ellen Gracie. Nesse grupo entraria também a ministra Cármen Lúcia, mas os colegas não têm certeza de seu voto. De outro lado estariam os ministros Carlos Alberto Menezes Direito, Cezar Peluso e Eros Grau. O voto do ministro Ricardo Lewandowski também é dúvida para alguns colegas, mas as apostas são de que ele apoiará a proibição das pesquisas.
O ministro-chefe da Advocacia Geral da União, José Antonio Toffoli, disse hoje que esta será a primeira vez no mundo que uma Suprema Corte vai discutir o uso de célula-tronco. Ele está convicto de que a decisão do Supremo trará uma série de implicações jurídicas para o País. Católico, ele vê com naturalidade a atuação da Igreja neste caso. Ele observa que uma das funções da Igreja é defender éticas de princípio. "Ela é o super ego do Universo. Daí a importância que tem, no mundo, o que diz o papa", observa. "O Estado, no entanto, tem outra postura, que é a questão de ética prática."
Hoje, pelo ritual estabelecido, o primeiro a falar será o ministro Carlos Britto, que lerá o relatório do caso, de apenas dez páginas. Depois, o procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, defenderá a ação direta de inconstitucionalidade que pede a proibição das pesquisas. Em seguida, falará o advogado da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Ives Gandra Martins. Depois, contra a ação e em prol das pesquisas, falarão o advogado-geral da União, José Antonio Dias Toffoli, e os advogados das entidades que defendem a posição dos cientistas. Somente depois disso o ministro Britto lerá seu voto. Em seguida, Direito deve interromper o julgamento com pedido de vista.
Favoráveis ou contrários ao uso de células-tronco embrionárias em pesquisas, cientistas apostam em uma decisão técnica, livre de argumentos religiosos, no julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a questão, na tarde de hoje, em Brasília, caso ele não seja adiado por causa do pedido de vistas do Ministro Carlos Alberto Direito, que poderá efetivar o pedido.
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Os 11 ministros votarão a Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin), de autoria do ex-procurador-geral da República Cláudio Fonteles, que pede a retirada de um trecho da Lei da Biossegurança. O argumento é o de que o uso de embriões fere o princípio de direito à vida, expresso na Constituição Federal. Na visão de Fonteles, a vida - e o direito a ela - começa no momento da fecundação do óvulo pelo espermatozóide.Em abril de 2007, o STF convocou 24 especialistas para uma audiência pública sobre a questão. Defensora do estudo de células embrionárias, a geneticista Mayana Zatz, coordenadora do Centro de Estudos do Genoma Humano da Universidade de São Paulo (USP), participou do encontro e torce pela derrubada da Adin. "A decisão precisa ser tomada de forma técnica, pois estamos em um Estado laico."
O professor de Biofísica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Carlos Alberto Campos de Carvalho vê motivações religiosas na Adin, mas acredita que os ministros saberão separar isso da ciência. "O processo quer impor uma visão religiosa preconceituosa com base em um sofisma", diz. "É uma interferência completamente indevida." Para Carvalho, caso questões de fé interfiram no julgamento, "é melhor entregar o governo para a Igreja."
Contrária à Lei da Biossegurança, a biomédica Lilian Piñero Eça, presidente do Instituto de Pesquisa de Células-Tronco (IPCTron), sustenta que os argumentos da Adin são éticos e não religiosos. "Para pesquisar, é preciso ética, modelos experimentais e estatísticas mostrando que o objetivo foi cumprido", afirma. "Não sou religiosa, sequer vou à missa."
Na opinião da pesquisadora, a religião ficará de fora da votação do STF, pois o argumento usado por Fonteles tem base científica. "Está claro na ciência que o desenvolvimento humano começa no zigoto (óvulo fecundado), que formará o ser humano", diz. "Não posso testar o que quiser com o embrião para depois ver o que acontece."
O advogado Pedro Estevam Serrano, professor de Direito Constitucional da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), no entanto, defende uma distinção da 'vida' e do 'direito à vida', este último citado pela Adin. "Do ponto de vista biológico, a vida natural pode começar no embrião", diz. "Mas o direito à vida é restrito, a meu ver, a seres humanos com atividade cerebral."
O pró-reitor de Graduação da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Luiz Eugenio Araújo Mello, que representa a Federação das Sociedades de Biologia Experimental (Fesbe), tem opinião semelhante. "Não estamos falando de um ser humano, mas de um conjunto de células", defende. "O zigoto tem apenas o potencial de se tornar um ser humano."
Para a farmacêutica e professora de Hematologia Patricia Pranke, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), a pesquisa com células-tronco embrionárias não fere direitos. "São células", afirma. "Não acredito que alguém ache melhor jogá-las no lixo do que usá-las para pesquisa."
Apesar de permitida desde março de 2005 pela Lei de Biossegurança, a pesquisa com células-tronco embrionárias enfrenta desde maio daquele ano um cenário de instabilidade jurídica. A Adin fez mestrandos e doutorandos recuarem em estudos na área e dificultou a aprovação de projetos pelas comissões de Ética das universidades.
Para ministros, STF libera estudo com células-tronco
Entre os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que começam amanhã a decidir sobre a constitucionalidade das pesquisas com células-tronco embrionárias, a confirmação da Lei de Biossegurança, que permite o estudo, é dada como certa. No cenário mais disputado, as pesquisas seriam liberadas por seis dos 11 ministros do Supremo. O placar mais dilatado, apostam alguns ministros, seria sete a quatro em prol dos cientistas.
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De acordo com prognósticos dos próprios ministros, estariam do lado das pesquisas com células-tronco embrionárias Carlos Ayres Britto, Celso de Mello, Marco Aurélio Mello, Gilmar Mendes, Joaquim Barbosa e Ellen Gracie. Nesse grupo entraria também a ministra Cármen Lúcia, mas os colegas não têm certeza de seu voto. De outro lado estariam os ministros Carlos Alberto Menezes Direito, Cezar Peluso e Eros Grau. O voto do ministro Ricardo Lewandowski também é dúvida para alguns colegas, mas as apostas são de que ele apoiará a proibição das pesquisas.
O ministro-chefe da Advocacia Geral da União, José Antonio Toffoli, disse hoje que esta será a primeira vez no mundo que uma Suprema Corte vai discutir o uso de célula-tronco. Ele está convicto de que a decisão do Supremo trará uma série de implicações jurídicas para o País. Católico, ele vê com naturalidade a atuação da Igreja neste caso. Ele observa que uma das funções da Igreja é defender éticas de princípio. "Ela é o super ego do Universo. Daí a importância que tem, no mundo, o que diz o papa", observa. "O Estado, no entanto, tem outra postura, que é a questão de ética prática."
Hoje, pelo ritual estabelecido, o primeiro a falar será o ministro Carlos Britto, que lerá o relatório do caso, de apenas dez páginas. Depois, o procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, defenderá a ação direta de inconstitucionalidade que pede a proibição das pesquisas. Em seguida, falará o advogado da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Ives Gandra Martins. Depois, contra a ação e em prol das pesquisas, falarão o advogado-geral da União, José Antonio Dias Toffoli, e os advogados das entidades que defendem a posição dos cientistas. Somente depois disso o ministro Britto lerá seu voto. Em seguida, Direito deve interromper o julgamento com pedido de vista.
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
ESTUDO
ESTUDO
· PERGUNTA: o livro do Ed Luiz Ferrari e do Ricardo Ferreira de exercícios
comentados, porém estou procurando outro livro tão quanto estes para
resolver questões. Alguém sugere algum livro didático com exercícios
comentados?
Livros e aulas de exercícios comentados e que tenham uma grande quantidade de exercícios simplificam em muito nosso trabalho de pesquisa.
Pedro Diniz (somente exercícios, separados por assunto) Este disponibilizava em site as respostas ás dúvidas.
livro do Ricardo que possui um resumo da Teoria e exercícios.
Fazer exercícios separados por assunto das matérias abaixo
· Direito Administrativo
· Direito Constitucional
· Direito Penal
· Processo penal
· Raciocínio Lógico
· Informática
COMPROMISSO - LER 80 PAGINAS POR DIA
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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
Estudar é uma forma de reinventar
Não basta decorar, repetir, copiar,.... É preciso aprender a aprender.
Estudar é uma forma de reinventar, de recriar, de reescrever,...
Estudar é, acima de tudo, pensar a prática e pensar a prática é a
melhor maneira de aprender.
O grande responsável pelo aprendizado é o próprio aluno, que segundo o
educador, deve pegar o texto de um autor e transformar em um texto seu,
sem perder a essência do original.
O grupo tem como finalidades, entre outras facilitar o associado a:
1.Administrar com mais precisão seu tempo de estudo.
2.Estruturar organizada e objetivamente seu pensamento.
3.Preparar adequadamente tanto para assistir uma aula expositiva, uma
conferência, quanto uma palestra.
4.Anotar e resumir os assuntos de estudo.
5.Esquematizar
6.Sublinhar
7.Interpretar e
8.Resumir os textos estudados, dentro dos padrões modernos das técnicas
do aprendizado.
9.Submeter-se com eficiência e eficácia à provas objetivas ou
dissertativas.
Estudar para a vida e não apenas para passar de ano, para atender uma
exigência do professor ou do estabelecimento de ensino. Saber estudar é
acima de tudo saber pensar. Sabendo aprender e aprendendo cada vez mais
e melhor é-se então capaz de redefinir e melhorar o seu destino, com a
meta de uma melhoria contínua da qualidade de vida.
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